O primeiro passo para vencer é reconhecer nossas vulnerabilidades

23.05.2017

Nós somos limitados, imperfeitos e muitas vezes não conseguimos fazer o bem que desejamos fazer. Em muitos momentos de nossa vida nos descobrimos incongruentes e inadequados, desconfortáveis dentro de nós mesmos, como se fôssemos estranhos a quem costumávamos ser. Deparamo-nos com nossas contradições!

 

De repente estou fazendo exatamente aquilo que tanto julguei errado, de repente estou seguindo um caminho que não sonhei pra mim e provavelmente estou oferecendo aos outros o meu pior. Com medo de perder o que nunca tive, guiando minha vida segundo as expectativas dos outros e carregando pesos desnecessário.

 

Pode ser que você esteja decepcionado com a advocacia, com o direito, com a justiça, com sua carreira, com seus sócios, com seus parceiros e com você mesmo. E assim...

 

1) Talvez você culpe a vida, seus pais, a concorrência, os clientes e o mercado pelos seus fracassos;

 

2) Talvez você reconheça que escolheu um caminho para atender às expectativas de outras pessoas ou enquadrou-se em um modelo para pertencer a um grupo;

 

3) Ou quem sabe você tenha tomado consciência de que criou expectativas em relação à sua carreira baseadas em suas paixões e ilusões de um direito idealizado, ignorando todas as evidências de que na prática a realidade é outra;

 

São fardos profissionais que normalmente começam quando fechamos os olhos para nossa intuição. O desconforto é a antessala dos conflitos, dos internos que se transformam em externos. Quando não temos maturidade para encarar nossas contradições, nossas falhas, nossas incongruências e assumir nossas máscaras, reagimos ao mundo ao invés de crescer com ele.

 

O autoconhecimento nos permite reflexões que minimizam os efeitos que nossas sombras tem sobre nós. Quem eu sou? O que estou fazendo? Para onde estou indo? E se o que eu penso está alinhado com o que eu sinto, com o que eu falo e com o modo como eu me comporto?

 

Ter coragem para observar nossos contextos é o primeiro passo para o sucesso, para a leveza, para o encaixe em si mesmo. A inteireza e a congruência começam a partir do ponto em que eu reconheço, aceito, acolho e aprecio quem eu sou exatamente como sou. Assim, permito ao outro ser quem é.

 

Com o tempo nós perdemos a capacidade de sonhar, de acreditar em nós mesmos, de realizar, de viver e de ser feliz. Não porque somos incompetentes, mas porque estamos forçando um encaixe que não tem que ser. O recomeço está no desejo de ser melhor, de mudar, de evoluir como ser humano. O desafio é reconhecer-se falível, abandonar os territórios da ilusão, encerrar ciclos, deixar de maquiar o que é real, deixar fluir...

A pior maneira de perder é quando você finge que não está perdendo

Na maioria das vezes você está perdendo o que nunca foi seu, o que nunca sonhou. o que você achava que seria, suas ilusões e que nunca foi real de fato. Desapegar-se das expectativas do passado e prosseguir na vida com clareza, presença, centramento, consciência e autorresponsabilidade é um processo de tornar-se.

 

Quantos advogados você conhece que fez uma transição de carreira? Quantos deles por uma área completamente diferente? Quantos hoje estão frustrados culpando o mercado? Quantos buscam na mediação novas possibilidades? Quantos destes por ideal ou identificação com o método? Quantos por expectativa financeira? Quantos estão desorientados? Quantos sentem-se explorados, oprimidos e pressionados?

O primeiro passo para a gente se transformar na pessoa errada é estar no lugar errado, com as pessoas erradas, pelos motivos errados.

Na grande maioria das vezes a transição de carreira não te faz sentir confortável dentro de si, uma nova área não te deixa mais entusiasmado, novos clientes não te fazem mais realizado e outro escritório como ordem de fatores, "não altera a soma". 

 

Você só vai "dar certo na vida" quando tiver permissão interna para seguir sendo quem você é, fazendo o que acredita, trabalhando com o que se identifica, trilhando seu caminho ao lado de quem você admira, respeita e cresce. O primeiro passo para vencer é reconhecer que perdeu as ilusões que tinha. Que fiquem os sonhos, os propósitos, os objetivos e a coragem de encara o que é e realizar o que almeja.

 

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Marcella Santos é administradora, mestre em Estratégia e Mercado, especialista em comportamento, consultora sistêmica, meta-coach, master practitioner em PNL e consteladora familiar. Dedica-se a estudar o Pensamento Sistêmico em suas diversas teorias, formas, técnicas e ferramentas. Facilita o Grupo de Estudos de Advocacia Sistêmica e também coordena o projeto PSAdd desenvolvendo advogados, saiba mais em: www.advocaciasistemica.com.br e www.escoladealtaperformance.com

 

 

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